Ontem, numa das minhas sessões, pôs se me o problema de como atingir o amor por si próprio, quando se teve pais que apenas nutriram ódio por eles mesmos.
Como uma leitura em que estou mergulhada é, "Entre meditação e psicoterapia", de Claudio Naranjo, e ele refere o Processo Quaternário de Hoffman, como um dos modelos para resolver este problema, vou mergulhar um pouco neste processo.
Aparece muito esta problemática.
Amor negativo, masoquismo, falta de auto-estima, tudo isto...
Eu sei como o amor dos pais, cria a estrutura que possibilita o amor próprio, o narcisismo, e que um dos papeis do psicoterapeuta é a reparentalização, mas a fidelidade amorosa da criança, que se mantém unida a um progenitor sem perceber e aceitar a sua maldade, comove-me e assusta-me, como se fixa a inocência das crianças.
Sem comentários:
Enviar um comentário